No caminho do Real Madrid, Al-Jazira e Auckland City abrem o Mundial de clubes

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Duelo válido pela primeira fase acontecerá no dia 6 de dezembro

Apesar de ainda faltar definir dois participantes, o sorteio do Mundial de clubes já foi feito e definiu os cruzamentos. A competição começa no dia 6 de dezembro com o duelo entre Al-Jazira (EAU) e Auckland City (NZE). O vencedor do confronto sabe que vai encarar o campeão da Liga dos Campeões da Ásia e se chegar até a semifinal ficará frente a frente com o poderoso Real Madrid.

O torneio volta a ser disputado no Emirados Árabes, o que não acontece desde 2010. Depois disso, o Mundial foi realizado quatro vezes no Japão e duas no Marrocos. Próximo do começo da competição, você encontrará as cotas da partida no Bumbet.

 

Auckland City com uma mistura de culturas

Apesar da pouca tradição do futebol da Nova Zelândia, o Auckland City consegue atrair jogadores do mundo todo. Da equipe base, que jogou na final da Liga dos Campeões da OFC, são nove titulares estrangeiros e somente dois locais. O curioso é que no onze principal tem atletas da Espanha, Croácia, Japão, Coreia do Sul, Portugal, Argentina e Inglaterra, ou seja, várias escolas diferentes de futebol.

No entanto, apesar do alto número, poucos estão lá para fazer grande diferença. Isso porque nenhum conta com grande experiência na Europa ou América do Sul. Dos jogadores, o único que teve uma passagem por uma camisa conhecida destes continentes é o atacante João Moreira, que pertenceu ao Valência. Porém, nunca teve oportunidade no time espanhol e ficou rodando por clubes do segundo escalão de Portugal.

 

Romarinho é o rosto do Al-Jazira

Diferentemente do seu adversário, o Al-Jazira aposta todas as suas fichas em jogadores do seu país. São poucos os atletas de fora dos Emirados Árabes que costumam ter chances na equipe. Os que entram com frequência são Boussoufa, que jogou no Anzhi, da Rússia, Lassana Diarra, que foi do Real Madrid, e Romarinho, que atuou no Corinthians.

Apesar do número reduzido de jogadores estrangeiros, o Al-Jazira é o que sai com maior vantagem, pois todos os três são nomes de um certo talento e que de fato agregam valor a equipe.

 

Formato da competição

O torneio deste ano segue o mesmo modelo dos anteriores, em sistema de mata-mata. A competição começa com o confronto entre o país-sede e o Campeão da Oceania. Na fase seguinte, o vencedor avança e vai para as quartas de final, quando encontra os ganhadores da Ásia, Concacaf e África. Somente na semifinal que entram os campeões da Libertadores e Liga dos Campeões. 

 

Como se classificaram

O Al-Jazira está na disputa por ser o atual campeão dos Emirados Árabes. O clube sobrou na temporada, que se encerrou em maio e conquistou o título com uma campanha impressionante, de 22 vitórias, dois empates e somente duas derrotas. Foram 11 pontos de vantagem para o segundo colocado, o Al Wasl.

Seu adversário, o Auckland City também não sofreu para chegar no Mundial, tendo garantido sua vaga com a conquista da Liga dos Campeões da Oceania. Com uma trajetória impecável, o time da Nova Zelândia passou da fase de grupos com três vitórias. No mata-mata, foram mais quatro triunfos até levantar a taça mais uma vez – a sétima seguida.

 

País-sede é figurante

Como forma de atrair mais público para a competição, a FIFA resolveu incluir a partir de 2007 o campeão nacional do país-sede. No entanto, das 10 edições neste formato, somente em duas ocasiões o time da casa conseguiu chegar em uma decisão. A primeira foi em 2013, quando o Raja Casablanca despachou o Atlético-MG, mas perdeu a final para o Bayern de Munique. A segunda ocorreu no ano passado, em que o Kashima Antlers passou pelo Atlético Nacional e fez jogo duro contra o Real Madrid.

Além destas ocasiões, outros três chegaram até as semifinais – todos japoneses. Porém, dois destes disputavam a competição como campeões asiáticos.

 

Oceania sem destaque

Se o país-sede não consegue muito sucesso, a Oceania consegue ser ainda pior. Das 12 edições que o continente teve um participante, somente em uma ocasião seu representante chegou até a semifinal. O feito ocorreu em 2014, quando o Auckland City conseguiu o terceiro lugar. Aliás, o clube da Nova Zelândia é o recordista de aparições no Mundial, com oito.

Voltando a falar da Oceania de modo geral, a região só passou da partida de abertura em duas ocasiões de 12 tentativas.

 

Abertura do Mundial de clubes

06/12 – 15h – Al-Jazira x Auckland City

 

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